Árbitro de vídeo custaria quase 1 milhão de reais aos cofres do Ceará
Ceará Sporting Club

Árbitro de vídeo custaria quase 1 milhão de reais aos cofres do Ceará

Clube votou contra a utilização da nova tecnologia pelos altos custos envolvidos

Foto: Shaun Botterill/FIFA/Getty Images

O Campeonato Brasileiro Série A de 2018 não contará com a tecnologia do árbitro de vídeo. Em reunião do conselho arbitral realizada na sede da CBF, a maioria dos clubes optou pela não utilização do recurso eletrônico no auxílio à arbitragem de jogos do Brasileirão desta temporada. Os custos da nova tecnologia girariam em torno de 45 mil reais por partida. O valor deveria ser pago integralmente pelo clube mandante.

Para o presidente Robinson de Castro, o alto custo pesou bastante para a decisão. “O Clube é favorável ao uso da tecnologia de árbitro de vídeo, mas termos uma das menores receitas entre os times da Série A e não temos como arcar com esse gasto. A aprovação desse auxílio na arbitragem custaria aproximadamente 1 milhão aos cofres do Ceará”.

Além do Ceará, outros dez clubes votaram contra a tecnologia de vídeo: América-MG, Atlético-PR, Corinthians, Cruzeiro, Fluminense, Santos, Sport, Vasco e Vitória. Bahia, Botafogo, Chapecoense, Flamengo, Grêmio, Internacional e Palmeiras foram favoráveis à implementação do recurso, mas somente no segundo turno do campeonato. O São Paulo se absteve da votação.

Apesar dessa decisão ter sido vetada no Brasileirão, ela foi aprovada na Copa do Brasil, a partir das quartas de final. Nesta competição, o custo da arbitragem de vídeo será arcado integralmente pela CBF.

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